• Cláudio Veríssimo

O que é Tesouro Direto e como ele funciona?

No mercado financeiro existem muitas modalidades de investimentos e o Tesouro Direto é uma delas. Dessa maneira, a categoria de renda fixa pode trazer algumas oportunidades interessantes aos investidores.


Assim, é importante conhecer o conceito e entender como é possível obter rentabilidade. Então continue a leitura deste artigo para que você possa investir com maior tranquilidade.



Tesouro Direto
Tesouro Direto


Definição de Tesouro Direto


No Brasil, a caderneta de poupança é amplamente utilizada e traz alguns retornos. Além disso, a segurança é garantida e isso ajuda a gerar uma maior confiança.


Contudo, saiba que a Poupança tem rendido muito pouco ultimamente. Com isso, se torna necessário buscar outros tipos de investimentos. E o Tesouro Direto surge como uma boa opção para buscar lucros.


Essa modalidade de investimento consiste em papéis da renda fixa. Onde o investidor aplicará seu dinheiro em títulos públicos. Além disso, saiba que a emissão dos papéis é feita pelo Tesouro Nacional.


Ou seja, essa instituição está ligada diretamente com o próprio Governo. E trabalha em conjunto com a STN (Secretaria do Tesouro Nacional). Desse modo qualquer pessoa com um CPF pode investir na categoria.


Ao passo que o dinheiro funcionará como uma espécie de empréstimo. De tal modo que na data correta o valor será restituído. Porém, haverá o acréscimo dos juros referentes ao período proposto.


Existem 3 tipos de remunerações que podem ser encontradas no Tesouro Direto, são elas:

  • Prefixada: a rentabilidade é conhecida no ato da compra dos papéis;

  • Pós-fixada: O valor dependerá do índice utilizado e da sua variação;

  • Híbrida: Podem variar mediante a taxa dos juros e da inflação.




Como funciona o Tesouro Direto?


De acordo com o mercado financeiro, o Tesouro Direto está relacionado com a Selic. Que é basicamente a taxa dos juros presentes aqui no país. E isso define o quanto que o investidor pode conseguir de lucros.


Entretanto, a Selic atual está em um nível bem baixo. O que resultado em ganhos muito baixos ou quase nulos. Obviamente depende do tipo de título que for escolhido pelo comprador.


De fato, temos uma taxa de juros na faixa dos 2,75% atualmente. Assim, o Tesouro Direto seria interessante para compor uma carteira diversificada. E não podemos esquecer que existem alguns impostos no processo.


Agora a modalidade IPCA+ pode ser uma boa oportunidade. Já que a mesma está atrelada diretamente com a inflação. Mas uma parcela deste investimento é prefixado, garantindo melhores ganhos futuros.


A renda fixa é mais segura e conta com papéis muito interessantes. Só que com o cenário de juros baixo, os rendimentos diminuem. Vale ressaltar que essa modalidade é ideal para os iniciantes.


Ou mesmo para deixar a sua carteira mais diversificada e com melhores chances de lucros. O Tesouro Direto tem a vantagem de ter o Governo como emissor dos papéis.


Com isso, as chances de não receber os valores emprestados é quase nulo. Pois, dificilmente a instituição irá quebrar. Dessa forma, se torna uma boa opção para quem pretende ingressar no mercado financeiro.




Tesouro Direto: categorias


Essa compra dos papéis que funcionam como empréstimos apresenta algumas modalidades diferentes. Nesse sentido, temos o LFT (Letra Financeira do Tesouro) que tem sua rentabilidade ligada aos juros.


Enquanto que isso ocorre diariamente e segue as oscilações presentes no mercado. Ou seja, temos o Tesouro Selic que conta com um sistema pós-fixado.


Já o LTN (Tesouro Prefixado) não sofre mudanças e seu rendimento é fixo. Ao passo que o investidor receberá o que estiver no contrato. Independente do que acontecer no mercado financeiro durante esse período.


Por certo, o Tesouro Direto Prefixado visa uma inflação abaixo da taxa dos juros. Por sua vez, o NTN-F (Tesouro Prefixado com Juros Semestrais) efetua as remunerações em certos períodos.


Onde é possível obter o dinheiro a cada 6 meses. Sendo que o investidor não precisará aguardar o resgate do valor no vencimento dele. O IPCA+ conta com um indexador da inflação para os ganhos.


Nisso, é possível conseguir juros nos semestres e ocorre algumas reaplicações dos valores. Vale lembrar que o IPCA + pode sofrer com a volatilidade do mercado.




Como fazer para investir no Tesouro Direto em 2021?


Se o seu perfil de investidor combina com a renda fixa, é importante aprender a utilizá-la. Nesse caso, existem alguns passos que permitem essa operação de forma segura e precisa.


Veja na lista abaixo como proceder para investir no Tesouro Direto:

  • Busque uma corretora de valores;

  • Acesse o Home Broker (local de acesso para o mercado);

  • Localize a opção relacionada ao Tesouro;

  • Coloque o dinheiro;

  • Emita a ordem de compra.

Além disso, é bom contar com um simulador que possa lhe orientar nesta tarefa. É sobre isso que iremos trazer no próximo tópico do artigo. Então, continue a leitura para conhecer o simulador.



Simulador do Tesouro Direto


Existe um site específico para simular o Tesouro Direto de forma simples e rápida. Para acessar a plataforma em questão clique aqui. Neste local você poderá escolher a opção e categoria que desejar.


Logo no início é possível escolher o valor a ser aplicado. E também o período o qual a pessoa deseja deixar o dinheiro render. Agora para simular outros tipos é só rolar o site e achar as modalidades que são:

Portanto, o Tesouro Direto é uma boa escolha para compor a sua carteira de investimentos. Porém, lembre-se que a taxa de juros está baixa no momento. Então o ideal é ter cautela ao decidir aplicar seu dinheiro.



Artigo escrito por Cláudio Veríssimo: Escritor e Redator.

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